domingo, 7 de outubro de 2012

Na devida altura deviamos ter dado ouvidos a este Sr. .


http://www.ionline.pt/portugal/campos-cunha-os-votos-branco-deviam-estar-representados-lugares-vazios-no-parlamento


Nesta entrevista é apresentada ainda uma proposta para a questão da representatividade real por parte dos políticos:

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Os eleitores questionam-se muitas vezes sobre a sua representatividade real por parte dos políticos...

Os votos em branco – e não as abstenções – deviam estar representados no parlamento por lugares vazios. Tinha duas vantagens. A primeira era trazer pessoas que não votam para dentro do sistema – qualquer dia temos uma vastíssima maioria de pessoas que nem vota, e isso é muito grave do ponto de vista da legitimidade democrática. Em segundo, levaria a que os partidos competissem entre eles, mas também que ganhassem confiança do seu eleitorado. Assim eles estão relativamente indiferentes ao aumento da abstenção. Além disso, uma pessoa – e já me aconteceu a mim – que vai votar e vota em branco tem, politicamente um voto muito significativo, quiçá mais do que votar num partido, porque significa que não dá confiança a nenhum dos partidos. No entanto, é democrata e foi votar. Mas hoje esse voto soma às abstenções, o que é uma mentira.
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terça-feira, 25 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012


Abertura Solene das Aulas 2012/2013 

Discurso do Reitor da Universidade de Coimbra


"(...) Taxemos os robôs, taxemos o dinheiro, libertemos as pessoas (...)"

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Reconstruir o futuro.




Parece-me urgente começarmos todos a discutir o que se passa e o que fazer para reconstruirmos o futuro de todos os que vivem neste maravilhoso País.

Portugal tem pessoas excepcionais, inteligentes, cultas, competentes. Porquê que apenas uma minoria destas pessoas chega a lugares de poder? Penso que aqui reside um dos principais problemas do nosso País.

Na minha opinião a organização do poder necessita de ser alterada. O poder não pode continuar a ser conquistado pelos mercenários dos partidos. Não pode continuar a ganhar quem faz mais barulho ou quem tem as bases mais fanáticas. Este modelo tem afastado os melhores da política.

Vejo as pessoas dos partidos demasiado entranhadas nos vícios e interesses da sociedade. Não conseguindo ser isentas nem impolutas quando chegam ao poder.

Parece-me assim inevitável que passemos a poder escolher de facto quem nos representa, pois é notório que os partidos não têm sido competentes nesta tarefa.

Como é que podemos fazer isto?